Quinta-feira eu tô chegando no Rio, cidade que eu tanto amo (e desejo como lar!). Mas não é só por saudade daquela paisagem linda que eu tô indo pra lá. O maior motivo é o aniversário da pessoa mais polipolar que eu já vi nessa minha vida de meu Deus.
Alguém que eu conheci graças ao Apenas o Fim, que além de ser aquele filme fofura ainda me rendeu vários bons amigos. Duas inclusive viraram minhas amigonas e ficamos nos dividindo em elas vem aqui pra São Paulo, eu vou pro Rio, mas nunca deixamos de nos falar – por email, telefone, Facebook, Twitter, comentários de blogs etc. Mas o fato é que fortalecemos os nossos laços de uma maneira que sei que sempre estaremos uma nas vidas das outras.
A primeira vez que eu vi a Laila foi quando o Apenas foi ser exibido na Mostra de Cinema de São Paulo. Depois disso a gente passou a ter contato via Orkut, até que certa feita ela tinha um casamento de uma amiga em São Paulo (na verdade era em Embu) e não tinha onde ficar, e aí ela acabou vindo ficar em casa. Aí, pronto, já era. Paixão pra toda vida e eu, ela e o Thi formamos um triângulo amoroso, um casamento triplo (ainda que ele diga que pra ser casamento tem que consumar o ato – ahahahaha).
A partir desse momento, a minha casa virou a dela aqui em Sampa e a dela virou a minha no Rio. Foram muitas idas de um lado e do outro e ambas sabemos que a porta vai estar sempre aberta. Mas a nossa receita é altamente apimentada por que somam dois lados de extrema teimosia, de donas da razão, que nunca cedem e pronto: discussões eternas e até quebra-pau dos bons fazem parte da argamassa da nossa amizade.
E eu já falei isso pra muita gente ouvir: Laila, quando quer, é a pessoa mais sensacional do universo. Porém, também quando quer ela é o osso mais duro de roer. E o incrível é que a personalidade muda em fração de segundos. Não tô zuando, ela não é bipolar, é tripolar, polipolar. Coisa de todo!!! Coisa de dar raiva!!! Coisa de apaixonar!!!
E pra completar ela tem uma família que é toda incrível: mãe, pai, avó. É tanta gente bacana, com uma energia tão boa que dá vontade de ficar morando pra sempre no Parque das Rosas. E depois veio o Toco pra completar a turma, e ele é uma delícia tão elétrico, sem-vergonha e cativante quanto a dona. <3
Aí eu vou pra lá na quinta, pra dar parabéns ao vivo, e fazer um bolo igual ao da Bia – já que na festa do ano passado ela não levou o bolo pra partilhar com os amigos e guardou pra comer sozinha (filha única é uma desgraça!!!). Esse ano eu vou obrigar ela a cortar o bolo e dar um pedaço pra cada um, humpf! E ainda vou bater boca, se preciso for, porque se não rolar um estresse básico não somos nós duas.
Amiga, toda a felicidade do mundo pra você sempre e conta comigo pra tudo…




ai, chorei! <3
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