A lot of BFF

Editando, atualizando, ampliando essa lista/post que foi feita por mim no meu blog, em 2006…

Quantas melhores amigas você já teve na vida? Eu tive algumas (acho que tive muitas, se for refletir o título tão imponente), e é engraçado ver como o tempo passa, as diferenças afloram e acabam nos distanciando, mas quando paramos pra olhar pra trás, vemos que sobra um carinho bem grande por cada uma delas… Ficam as coisas boas, engraçadas, divertidas que vivemos juntas e todas tem, pra sempre, um espaço guardadinho no meu coração, cada um a sua maneira, mas estarão sempre lá. Até porque, no fim das contas, vale muito mais a pena guardar só as coisas gostosas…

1 – Moara – Ana Moara Pereira Di Pietro
Sabe aquelas pessoas que você não sabe nem onde, nem como, nem quando conheceu, porque, desde que se entende por gente, essa pessoa já tava ali na sua vida?! Pois é… Essa é a Moara. Nos conhecemos desde 1982. Meu pai trabalhava junto com a mãe dela, e aí, como tinham filhos da mesma idade começaram a fazer programas juntando as famílias. E foi assim que crescemos. Brincamos muito, aprontamos outro bom tanto, compartilhamos segredos, ódios dos irmãos, frustações amorosas, gostos musicais. Intercalamos fases de grude intenso, com uma distância – ela foi morar no Uruguai uma época. Mas sempre que retornávamos, era como se nunca tivéssemos ficado distantes. Aí em 2001, pós o reveillon mais mico da minha vida, que foi ao lado dela e sua patota, demos uma bela afastada, porque a galera com quem ela andava, não tinha absolutamente nada a ver com a minha. Nos víamos vez ou outra, até porque nossos pais são amigos pra vida toda. Ligávamos em aniversários e mandávamos cartão de Natal, mas sem aquela pegada de ligar pra combinar de sair junto e tal. Mas eis que em 2004 surge o Orkut, e nada que “o famoso site de relacionamento” e MSN não pudessem resolver. Mas era inegável que nossas vidas tomaram rumos muito diferentes. Porém, foi uma pessoa que esteve pra sempre como alguém especial na minha vida. No dia do meu casamento, depois de muito tempo sem vê-la, ela estava lá, me deu um abraço super gostos e disse que não poderia perder aquele momento por nada. Aquele dia vi que, por mais que não fossemos mais tão próximas como fomos em outras épocas, estávamos marcadas para sempre com um lugar muitíssimo especial na vida uma da outra. A vida toda brincamos que éramos a amiga mais antiga da outra e nos divertimos muito com o fato de nem nos lembrarmos como nos conhecemos. Falávamos que a primeira palavra que dissemos uma pra outra foi “gu-gu da-dá”… =D
Eis que, em abril de 2009 recebi uma das notícias mais tristes e marcantes da minha vida, no feriado da Páscoa, Moara estava num quarto de hotel e decidiu colocar fim na própria vida. Foi um baque tremendo pra mim, me martirizei demais e me culpava por não ter estado ao lado dela num momento tão duro que a levou a tomar uma decisão sem volta. Sofri demais e ainda não sei se me recuperei totalmente, mas sei que a Mô sempre vai ocupar um lugar muito especial na minha vida. E nunca deixará de ser habitante das minhas memórias e do meu coração.

2 – Fernanda – Fernanda Roberta Roque (e hoje acrescenta-se o Redondo)
Na minha infância brinquei muito mais com a minha prima do que com amigas propriamente ditas, até porque minha mãe sempre foi meio contrária a brincar na rua e etc. etc. etc. Além da minha prima, eu tinha a Moara sempre presente na minha vida, e por isso mesmo ela permaneceu com o título de melhor amiga por um booooom tempo, além da Lelê e da Camila – outras filhas de amigos dos meus pais. Até que em 1991 na minha fase New Kids on the Block me juntei com todas as meninas do colégio que tinham a mesma paixão (obsessão seria uma definição melhor – hehehe) e foi assim que fui cair na turminha das gêmeas Thati e Gi, Fernanda, Vanessa e Denise. A empatia com a turma foi imediata.
Porém, em 1992, eu e a Fernanda começamos a ficar mais apegadas por conta da nossa paixão mútua pelo ballet. Nos inscrevíamos nos festivais de dança do colégio, passávamos horas montando coreografias, era o máximo, não queríamos mais nada dessa vida. Uma ia no espetáculo da academia da outra. Mas em 1994, quando ela mudou de escola, o improvável aconteceu, ficamos ainda mais grudadas. Primeiro porque ela apaixonada pelo Renato, que estudava na minha sala (e eu passava todas as informações a respeito dele pra ela). Aí, pouco tempo depois, foi a vez de eu me apaixonar pelo primo dela, que também se chamava Renato. Acreditem ou não, eu e a Fê nunca tivemos um desentendimento, nunca, nem uma briguinha pra contar, nem alteração de voz, nada. Sempre tivemos uma amizada repleta de carinho e respeito e por tudo isso que ela, com certeza, é uma das minhas melhores amigas até hoje. Fui madrinha de casamento dela com o Felipe em 2001, e ficamos um pouco mais distantes na época em que começamos a fazer faculdade. Ela só não foi minha madrinha de casamento porque na época estava fazendo seu doutorado na Espanha e não teve como vir pra cá, mas toda a sua família estava lá acompanhando, filmando e fotografando tudo para contar a ela todos os detalhes assim que chegassem em casa. Hoje ela mora em Jundiaí. E mesmo não estando tão grudadas como fomos há uns 15 anos, eu sinto um carinho imenso por ela, e sei que, na hora que eu precisar, poderei contar com ela, sempre e vice-versa.

3 – Vivi – Viviane Sambinelli Mori
Conheci a Vivi em 1991, no ballet e sempre fomos amigas, mas começamos a virar super-grude em 1994. Ela foi minha melhor amiga na mesma época que a Fê, e isso gerava um enorme ciúmes em ambas, que queriam sempre saber quem ocupava o posto de primeirona. Minha amizade com a Vivi era algo inexplicável, quase simbiótico. Pra começar nascemos as duas no dia 5 de março, e, mais do que isso, às 10 horas da manhã. o_O Medo! A gente fazia ballet junto, mas passávamos a parte do dia em que não estávamos na academia (ou na escola) juntas falando ao telefone. E ainda assim, escrevíamos uma centena de cartas uma pra outra. Tenho até hoje pilhas e pilhas dessas cartas que eu recebia dela. A gente assinava UNIVITA (sigla para Unidas Viviane e Tayra) em todas elas, e tínhamos até códigos, pra poder escrever e falar mal das outras meninas da academia e da professora sem sermos descobertas… =D
Nosso distanciamento começou em 1995, e foi por conta de ciúmes de bailarinas (bailarina é uma raça desgranhenta, Brasil!) – porque até 1994 eu era “The Best One” da academia. Aí em 1995, na audição de começo de ano, tive nota inferior à dela, que ficou em 1º lugar e eu em 2º. Confesso que fiquei dividida, estava puta por ter perdido, mas ao mesmo tempo, feliz por ter sido a Vivi. O bicho pegou mesmo quando num espetáculo em junho daquele ano perdi uma votação popular, onde tive mais de 40 votos declarados e na contagem fiquei com 23, contra 24 da Vivi. Aí fiquei furiosa. Logo depois, em julho de 1995, rompi o ligamento do joelho e decaí muito, até porque fiquei quase 4 meses sem fazer aula, e depois, quando voltei, não soube lidar com o fato de ter perdido espaço, que tinha sido, definitivamente, ocupado pela Vivi. Eu deixei de ter meu espaço e ela, além do que já tinha e que não era pequeno, ocupou totalmente o meu. Mas o pior de tudo é que, no lugar da Vivi, que era a segunda da academia, ficou a Rosana, e eu acabei ficando com o terceiro posto. Isso mexeu muito comigo, de primeira bailarina ir parar como terceira era demais. Aí pra completar veio a cereja em cima do bolo, a Vivi foi se aproximando cada vez mais da Rosana e eu fiquei totalmente pra escanteio. Me magoei demais com toda essa situação.
Mas o pior mesmo aconteceu em outubro de 1996, a Rosana pegou meu diário na minha bolsa, e entregou pra minha professora de ballet. E nele eu falava tudo sobre esses trantornos todos pelo qual eu vinha passando, sobre o não saber lidar com a falta de espaço e, obviamente, xingava a minha professora de vaca, vagabunda (como boa menina de seus 16/17 anos de idade – esse tipo de idiotices que se fala da boca pra fora…) por estar dando mais espaço pra Rosana que pra mim, que ela era super puxa-saco etc. etc. etc. Tudo isso gerou um imenso mal-estar e eu acabei saindo da academia. Porém, a Vivi ficou do lado da Rosana, e nem sequer me deu um telefonema quando eu saí da academia. Fiquei arrasada e percebi que aquilo era o fim definitivo. Anos depois nos encontramos no metrô e ela me deu um abraço super gostoso, disse que sentia saudades da nossa época de UNIVITA. Eu disse: “me liga, anota aí meu telefone” e ela respondeu: “eu nunca me esqueci o número”. Aquilo me enterneceu muito. Foram águas passadas, coisa de ciúmes bobo de adolescente, e hoje, passados muitos anos, posso dizer que não sinto mais nenhuma mágoa. Foi uma amizade repleta de coisas que me fizeram crescer muito como ser humano (seja na parceria, nas rasteiras ou nos tropeços).

4 – Rafa – Rafaela Aparecida Marques Caliman
A Rafa também fazia ballet comigo. A conheci em 1992 e ela virou minha melhor-amiga nessa fase em que fui “abandonada” pela Vivi. Sempre esteve do meu lado e por tudo isso até hoje tenho uma consideração gigante por ela, porque foi das poucas que me deram apoio na hora que eu precisei de verdade. Uma pessoa muito especial, que no momento da briga, por conta do diário, foi a única pessoa que ficou do meu lado sem pestanejar – e que, inclusive, saiu da academia junto comigo. Depois que paramos de fazer ballet juntas, acabamos nos distanciando, mas ainda mantemos contato via Orkut.

5 – Regis – Regiane Reis
Foi minha melhor amiga de colégio na fase High School. Entrou pra minha sala em 1994, mas ficamos amigas mesmo em 95. Foi outra que me deu bastante força na fase de abandono da Vivi e do joelho engessado. Fazia tudo ao meu redor parecer mais divertido. Passávamos cerca de 12 horas juntas por dia – estudávamos no mesmo colégio e depois fazíamos cursinho de tarde. Foi uma fase muito gostosa de nossas vidas e tínhamos arranca-rabos diários, como se fôssemos irmãs. Em 1996 ela começou a namorar com um cara meio mal-encarado, namoro esse que durou até 2004 e que acabou afastando a Regis de todo mundo. Graças ao Orkut voltamos a nos encontrar e nesses nossos encontros de amigos do colégio, ela começou a namorar o Rodrigo Grasselli (que eu já conhecia desde 1991) e depois casaram, tiveram filhos etc. etc. etc. Em 2004 me deu uma bela força no processo de fim de namoro com o Fu. Acabamos nos distanciando novamente, mas é alguém a quem vou querer bem pra sempre…

6 – Suelen – Suelen Rossi Pereira
Foi, sem dúvida alguma, a amizade mais conturbada de toda a minha vida. Incontestavelmente minha melhor amiga entre os anos de 1997 e 1999. Foi uma amizade com várias idas e vindas, uma vez que ela sempre me trocava por namorados e outras amigas, mas sempre voltava dizendo que não tinha amiga como eu. Fazíamos ballet juntas, e foi onde me apoiei, depois de mudar de academia por conta da confusão do diário. Logo nos identificamos por uma série de coisas e não teve jeito, viramos amigonas. Tivémos uma amizade parecida com a minha e a da Vivi – éramos grudadas, trocávamos muitas cartas… Vivemos uma série de coisas boas, mas, cada vez que ela se afastava, sem nenhum motivo, eu sofria demais. Até que em 1999 tivémos um rompimento feio: vi o namorado dela com outra menina na balada, contei pra ela e ela não acreditou. Porém, foi tirar satisfação com ele, que reverteu a situação e a fez ficar contra mim – “a fofoqueira”. Disse pra ela que eu era uma falsa, que estava infeliz porque tinha terminado o namoro recentemente e, por conta disso, queria ver todo mundo infeliz. Fiquei muito chateada, porque eu era amiga dela, nunca ia querer fazer com que ela se sentisse mal. Nunca planejaria fazê-la sofrer e isso foi algo que magoou muito. E ela ficou totalmente do lado del. Até que, passados uns dois meses, a mãe de uma das meninas da academia viu o cara com outra e contou pra ela. Ele também tentou reverter, mas o que ele poderia dizer da mãe de uma amiga? A troco do que ele diria que ela tava inventando história? E tudo isso passou pela cabeça da Suelen e ela percebeu que desde o começo quem estava mentindo era ele. Resultado: ela veio correndo me pedir desculpas, dizendo que devia ter confiado em mim e que queria voltar a ser minha amiga. E lá fui eu novamente, afinal gostava muito dela. Porém, passado uns três meses, a história se repetiu, agora com um rolinho dela. Mas, daquela vez, eu decidi que não queria mais aquilo pra mim e que não seria mais amiga dela. Rompi definitivamente e fiquei um tempo fingindo que ela não existia, cheguei até a pular ela numa rodinha de amigos na hora de cumprimentar (ai, ai, teenager!!!). Passado muito tempo voltamos a nos falar, vejo que tudo foi bobeira de adolescente, de gente imatura e nem me dói mais falar niso. Só que, apesar de tudo as coisas nunca mais voltaram a ser como eram antes.

7 – Carol – Ana Carolina Magro
Nos conhecemos em 1998, na academia (pra variar) – repare que a dança além de todo o prazer e paixão, técnica e disciplina, também me trouxe muitas pessoas especiais. Lembro de um dia ter ficado puta da vida de ter de passar a coreografia dos Palestinos para uma menina nova (no caso a Carol) e executei a tarefa com a maior má vontade do mundo. Não só por isso, mas no começo não nos bicávamos muito, ela andava com uma panelinha diferente e só quem fez dança sabe o quanto esse lance de panelinhas é determinante em nossas vidas. Porém, curiosamente, desde 1999 ela ocupa o posto de minha melhor amiga – e sei que é pra sempre. Eu tinha sido assaltada e levaram a carteira com todos os documentos. Fui avisar a professora que faltaria pra tirar os documentos e ela ouviu e disse que tava precisando tirar o CPF dela e que ia comigo. Arregalhei um olho do tamanho do mundo, porque a gente não se gostava, mal se falava e ela queria ir tirar documento junto comigo… o.O
Mas aí, fomos forçadas a passar um dia inteiro juntas em filas, aguardando a burocracia brasileira e assim, tivemos muito tempo pra papear, nos conhecermos melhor e virarmos amigas. E aí, de repente, já estávamos trocando confidências, dormindo uma na casa da outra e super companheiras de academia, balada etc.
Ela é daquelas que me entende só de me olhar. E já viveu todos os tipos de momento ao meu lado – aprontamos muito, rimos que nem idiotas, surtamos pra caramba, voltamos da balada de ônibus, já apanhamos de um “amigo”, fundamos um fã-clube do Bala, Bombom e Chocolate (hahahaha – Piada Interna), passamos reveillon com banheiro entupido, soubemos de gente que curtia Skid Row na infância, temos segredos de um sítio fantástico, brincamos de puxa-e-sopra na balada, fomos vestidas de colegiais pra mesma balada, causamos muito, demos muito colo uma pra outra, rimos muito com as chucrices da Michelle e com as baianices da Karina. Menstruávamos sempre na mesma época, além de termos os mesmos gostos culturais (músicas, peças, filmes). Conhecemos o coração da outra do avesso, sabemos o que a outra vai dizer antes mesmo de ela pensar em abrir a boca. Acho que já passamos por tudo que uma amizade exige, até mesmo uns quebra pau muito forte, e estamos aqui, firmes, fortes e inabaladas. Sempre, sempre, sempre juntas, acima e apesar de tudo.

Hoje em dia a Carol continua ocupando o post de BFF, mas o divide com algumas pessoas que foram se tornando presentes e importantes na minha vida nos últimos tempos, por isso a lista continua crescendo:

8 – Xelly – Michelle Cronemberger Sousa
A minha flor de juá, ser humano mais doce da região nordestina brasileira. É a minha amiga de mais de 3000 km de distância e que chegou à minha vida graças ao Google. Uma vez ela queria a letra de uma música do Milton Nascimento e aí encontrou meu blog como resultado. Mas lá eu só dizia que tinha comprado o CD e que essa estava entre as minhas músicas favoritas. Aí ela deixou um comentário pedindo que eu mandasse a letra pra ela, mas já achando que eu não responderia. Mandei um e-mail pra ela com a letra e a partir daí começamos a nos falar – aí vieram troca de contatos via blog, fotolog, msn, Orkut, cartas e por aí vai. Viramos muito amigas e ela virou uma das minhas maiores confidentes – já veio pra Sampa quatro vezes, sempre hospedada na minha casa. E por conta de tudo isso foi minha madrinha de casamento – a madrinha que nos alimenta. Esteve ao meu lado em momentos punks da minha vida em 2009 e, inclusive, cogitou vir de Fortaleza pra cá, só pra me dar carinho. Fala que não é pra morder, apertar e amar pra sempre…

9 – Ju – Julia Ramil
Outra amiga interestadual. Essa é minha sócia, companheira de #AttaPower. A Ju entrou na minha vida através do Matheus, que entrou na minha vida e na do Thi por conta do Judão, que seria citado em Apenas o Fim – filme que ele estava escrevendo e do qual a Ju seria a produtora. O filme foi rodado e em junho de 2008 o Matheus veio pra São Paulo pra nos mostrar o segundo corte e ver o que achávamos. Nossa!!! Foi paixão a primeira vista e tanto eu, quanto o Thi, super compramos a ideia e nos empenhamos na divulgação do filme que partipou do Festival do Rio e da Mostra de SP daquele ano (por sinal, foi na Mostra que o Matheu apresentou a Ju pra mim). E Apenas o Fim saiu com o prêmio de Melhor Filme pelo Júri Popular nos dois festivais e a nossa felicidade era tanta como se fizessemos parte de tudo aquilo. Em 2009 o filme seria lançado em circuito comercial e a verba de divulgação era nula – por isso o pessoal decidiu investir pesado nas redes sociais e saiu falando com todo mundo pra que ajudássemos no boca-a-boca. Nisso, eu me ofereci pra cuidar do Twitter do filme, fazê-lo ficar mais movimentado, aumentar os seguidores etc. E aí, nessa época me aproximei definitivamente da Júlia. E dessa maneira, por afinidades no comportamento profissional, por levarmos tudo super a sério e vestirmos a camisa do projeto, fomos ficando mais amigas. Mesmo ela estando a 400 km de distância, a internet sempre nos permitiu estarmos bem próximas. E assim fomos estreitando os nossos laços, virando amigas, confidentes e sócias. <3 Ju!

10 – Lelê – Leonor Macedo
Amiga de amigos que virou amigona. Fiquei sabendo da existência da Lelê e do Luquinhas pela Gabi, e por conta disso comecei a ler o blog dela e a acompanhar as peripécias de seu filhote. Por uma dessas coincidências do destino, o Wandeko, amigão e padrinho de casamento, começou a fazer kung-fu com a Lelê e como é impossível não amá-la de cara, acabou virando amigo dela e trazendo a moça para o nosso convívio. E foi assim, entre aulas de kung-fu, gargalhadas num boteco, churrascos entre amigos, comilanças no Zé do Hamburger etc. etc. etc. que a dona Leonor entrou na minha vida para ficar – ela e o Lu (meu sobrinho postiço mais amado).
Em tardes de dúvidas viramos confidentes no Gtalk e falamos de tudo e de todos, sem muitas papas na língua, como se já fôssemos amigas desde a adolescência. Ela chegou na minha vida e, sem dúvida alguma, ficou. É minha vizinha e, como eu tenho um marido bunda-mole que não dirige, inclusive já se comprometeu a ser minha motorista no dia em que eu entrar em trabalho de parto – hehehe.
Minha mãe diz que essas amizades que fazemos já na maturidade falou a anciã (afinal conheci a Lelê aos 29 e fui virar amiga dela mesmo aos 30) tendem a durar o resto da vida e, de coração, espero que dure mesmo. A Lelê (e o Lu, e o Rafa, e a Dona Rose e o Seu Fausto – pacote completo!) foi um dos melhores presentes que ganhei em 2009 – pra ser sincera, meu 2009 foi tão osso que posso até dizer que ela só não foi a melhor coisa de 2009 inteiro, porque recebi a Pepper na minha vida, senão… =)

Ah, e também há aquelas amigas que são especiais, e que ficam ali, esbarrando sempre no posto de melhores, que passaram (e passam) momentos divertidos e de aperto ao seu lado e que nunca podem deixar de ser lembradas… Dani Fagundes (acho que só nós duas sabemos do tanto que já aprontamos – hahaha), Cris e Paula (faziam parte da mesma patota que eu e a Regi’s, brincávamos que éramos Quatro por Quatro – até porque era a época da novela – era uma turma deliciosa e muito especial), Dadi (foi companheira da mesma turma que a Suelen, mas sempre foi a mais docinho e querida de todos – me deu o maior apoio no mundo em dois pés na bunda muito doídos que eu tomei), Natalinha (desde pitoca, tava sempre atrás de mim, vi essa menina crescer, virar mulher, e uma mulher muito especial, diposta a me dar o ombro toda vez que eu precisava chorar), Prisão (minha alma-gêmea feminina, é dez anos mais nova, mas me entende como pouquíssimas pessoas no mundo). E com certeza, tantas outras surgirão pelo caminho…

um beijo gostoso e estalado em cada uma das minhas amigas, vocês sempre vão ter um lugar muito especial no meu coração

Sobre Tayra

"Eu não aceito o que se faz Negar a luz, fingindo que é paz A vida é hoje, o sol é sempre Se já conheço eu quero é mais"
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7 respostas a A lot of BFF

  1. Lelê diz:

    Cheguei tarde da noite, depois de ter deixado meu carro quebrado no estacionamento do Walmart (amém você não entrou em trabalho de parto hoje), cheia de mau humor e li este texto. Você me arrancou, mais uma vez, um monte de sorrisos. Sou muito feliz por tê-la na minha vida, como uma das melhores amigas e melhores pessoas que já passou por mim nestes 27 anos. Amo. Obrigada por tudo.

  2. Xelly diz:

    Depois disso só posso dizer que eu amo vc… Um amor lindo e sincero… Pq te achar no Google foi providência divina! E vc sabe que nem religiosa eu sou! :-D Te amo, minha amora mais que amada!

  3. Julia diz:

    chorei.
    não só por ‘escutar’ palavras bonitas mas por dividir espaço com um bando de pessoas bacanas e importantes na sua vida!
    muitomuitomuitoobrigada por me incluir nessa lista, amiga.
    vc é uma pessoa linda e fico mt feliz de dividirmos tanta coisa boa, msm que nossa historia ainda seja pequena… sem dúvidas será mt longa.
    e relaxa, vc nao precisa ganhar na mega sena (post seguinte)… #attapower ta também só começando.
    <3 pra vc.
    sócia, amiga querida.

    beijos e mais beijos
    ju ramil

    ps: perdoo o acento no meu nome pq pronuncio o seu errado. hahahahaha

  4. Carol diz:

    Amo muito!!!Saudade enorme!

  5. Pingback: Esquecer. Árdua tarefa… « Teia de Renda

  6. Suuu diz:

    Nossa!
    Amei!
    Me fez pensar nas minhas!

    xD

  7. Pingback: A melhor amiga | Teia de Renda

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