Hoje a festa é sua, hoje a festa é nossa…

Hoje a Trash 80’s faz 10 anos e aí, ao ler essa frase vocês devem estar se perguntando: e eu com isso? Você eu não sei, mas pra mim a data é marcante e é muito especial. Em primeiro lugar porque a Trash é muito mais do que uma simples balada, lá eu conheci pessoas fantásticas e o tipo de relacionamento entre os frequentadores que se cria ali dentro é uma coisa sem igual, porque o clima é tão gostoso, que as pessoas acabam ficando amigas de tanto se ver ali dentro. Por causa da Trash eu conheci muita gente incrível, que graças a todas as redes sociais da vida, acabei não perdendo contato, mesmo o tempo tendo passado e eu me tornado uma frequentadora mais esporádica.

Há quase 8 anos, eu, Natália e o pessoal do Isaac resolvemos marcar de irmos até a Trash, eu era louca pra carregar uma galera pra lá, desde que tinha visto uma matéria na Revista da Folha e fiquei louca pra ouvir novamente os sucessos que tanto marcaram a minha infância. Eu contei um pouquinho dessa história quando fui Trasher da Semana. Se eu não acreditava em amor a primeira vista, o meu caso com a Trash está aí para provar que isso existe. Nem todo mundo se empolgou tanto, mas eu e a Natália ficamos completamente fascinadas e começamos a bater cartão toda quinta na recém criada Pop Trash, e aos sábados ainda nos despencávamos pra V.O. pra conferir o Catatau que tinha acabado de estrear como DJ (naquele calor insuportável que fazia na Tenda).

Depois teve o CarnaTrash 2005, e aí não teve como, viramos da família de vez. E lá fizemos muitos amigos, sem falar que foi na Trash que eu conheci o Thiago e talvez ali eu tenha reforçado a tese de que amor a primeira vista existe mesmo. E agora, passados 8 anos dessa convivência, e com a festa completando 10 anos, é inevitável bater um clima de nostalgia. Por isso, revirei meu baú e resgatei algumas preciosidades que publiquei no álbum Aconteceu na Trash 80’s.

E ainda separei três momentos especiais desse álbum pra deixar aqui: o flyer de março de 2005, com várias trashers pra celebrar o mês da mulher; o flyer que o Thi fez pra mim na primeira vez que fui DJ convidada; e eu, o Thi e a Bia numa das minhas fotos favoritas.

E hoje à noite, no célebre e clássico salão de festas paulistano, Clube Piratininga, vai receber o baile de 10 anos dessa festa que me trouxe uma alegria ímpar num período em que o que eu mais precisava era isso, me deu amigos incríveis e me deu um namorado/marido. O que mais eu poderia querer de um lugar? Nunca um lema foi seguido tão ao pé da letra quanto o “diversão garantida” da Trash e ultrapassou todos os limites de uma festa/balada e fez, ao longo dessa década, com que cada frequentador se sentisse acolhido e em casa, e pouco a pouco foi fazendo com que desconhecidos se tornassem amigos para todo o sempre.

Posso dizer que sou feliz por ser uma trasher e por viver mais esse momento especial da “melhor night de São Paulo” (segundo a Laila). Claro que depois eu volto pra contar como foi essa noite tão especial.

366/117

Sobre Tayra

"Eu não aceito o que se faz Negar a luz, fingindo que é paz A vida é hoje, o sol é sempre Se já conheço eu quero é mais"
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