Torcida que canta e vibra, mesmo a milhares de quilômetros de distância…

Eu ia escrever esse texto ontem, mas cheguei da Comic-Con muito cansada e ao mesmo tempo anestesiada de felicidade. Preferi me jogar nas redes sociais e fazer a festa com os outros palmeirenses, já que durante o jogo e na hora que acabou eu não pude, porque tava bem lá no meio da Preview Night da Comic-Con.

Quando saiu o gol do Palmeiras eu dei um grito tão empolgado que surgiu um repórter do UOL pra falar com a gente – ahahaha. E eu sozinha, cercada de um corintiano e um santista, sem ter com quem comemorar. A Bia (nunca vou cansar de repetir que ela é A MELHOR cunhada de todo o universo universal) ficou me mandando reports ao longo de todo o jogo via Whatsapp. Mandou quando começou e a cada 10 minutos, contando que tava amarrado e que tava chovendo muito. No segundo tempo foi falando dos gols, das substituições, da cera do Palmeiras, do acréscimo e, enfim, do fim do jogo. Graças a ela, eu pude acompanhar o jogo em tempo real. Ela até tirou foto da TV pra mim – hahaha – e deu um grito na janela. E hoje ainda foi comprar o Lance com o pôster. Como não amar?! <3

O meu time agora é o maior campeão nacional de todos os tempos e me mostra que vale a pena ser fiel a uma paixão, mesmo que a gente pegue fila, sofra, chore… Porque na hora que a alegria vem, vem pra compensar todo e qualquer sofrimento. O ruim foi estar tão longe e não poder fazer a festa. Sério, Pompéia e Perdizes deviam estar a ponto de explodir, deve ter sido incrível a comemoração!!! E eu aqui, nos Estados Unidos, onde eles não dão a mínima para futebol.

Eu sei que amarguei 14 anos da minha vida pra ver meu time ser campeão, mas em compensação peguei uma década de 90 primorosa. Dava gosto ser palmeirense. Aquele time de 93/94 era fantástico. A máquina de gols de 96 então?! Coisa de louco, o melhor time que já vi jogar e que deixa qualquer Santos de Neymar no chinelo. Aí veio Palmeiras de 98/99 com o Felipão, só alegria.

Depois a gente amarga uma sequinha, cai pra segunda divisão do Brasileiro em 2002, é campeão da segundona em 2003 e já volta pra elite. Aí ganha um Paulista em 2008, é eliminado com canalhice pelo Santos no Paulista de 2009, passa apuro no Brasileiro do mesmo ano… Mas ser palmeirense é isso. Amar o time na alegria e no sufoco.

Ontem foi um dia de extrema felicidade, de botar pra fora o grito que tava preso há um tempão e de curtir o momento. E eu dei o meu jeito, mesmo que mais timidamente aqui em San Diego.

Vejam a minha alegria em três momentos: pronta pra ir pra Comic-Con; lá dentro, comemorando sozinha na hora que o jogo acabou; e hoje de manhã, toda pimpona indo tomar café da manhã.

Depois eu volto com a minha programação normal de relatos da viagem e da Comic-Con. Mas eu não tinha como deixar de vir aqui pra falar do meu grande (e primeiro) amor, né! Parabéns, meu Verdão, pela Copa do Brasil 2012. E que venham os próximos desafios… =D

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Sobre Tayra

"Eu não aceito o que se faz Negar a luz, fingindo que é paz A vida é hoje, o sol é sempre Se já conheço eu quero é mais"
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