Na alegria e na tristeza, isso é ser Palmeiras…

Quem me acompanha aqui no Teia, sabe muito bem do meu amor pelo Palmeiras, já falei disso aqui várias vezes. Se você acompanha minimamente futebol sabe que hoje o meu time foi rebaixado no Campeonato Brasileiro (pela segunda vez).

Mas eu preciso me pronunciar a respeito e deixar bem claro que o meu amor pelo Palmeiras nunca dependeu de títulos, nem mesmo de 1ª divisão. Já caímos antes e cá estou, sem falar na fila imensa que peguei desde o dia que virei palmeirense até os meus 14 anos, e a que enfrentamos nos anos 2000, e meu amor não diminuiu nem um milímetro. Isso porque eu sei amar o meu time até mesmo quando ele está por baixo. Amar em período de glória, é fácil, é muito fácil. Eu já passei por isso e sei, dá gosto, a gente anda por aí sorrindo de orelha a orelha.

Como eu disse antes, eu nasci na fase complicada, o Palmeiras já estava na fila e nela permaneceu até 1993, quando eu tinha 14 anos. Daí em diante os anos 90 foram nossos, só alegria, só felicidade, ataque dos 100 gols, Libertadores, Felipão, São Marcos. So easy!!! Mas depois a gente encarou a fase punk, caiu em 2002, voltou, passou por um período de apatia, depois ganhamos um Paulista, até que nesse ano a Copa do Brasil veio para botar um fim definitivo no nosso jejum de títulos (ou não!), porque mal a gente sabia que a anestesia pós-título que nos abateu custaria tão caro aos nossos corações alvi-verdes.

Mas eu nunca fui e nem serei torcedora que só aparece pra dar uma zuada nos outros quando o time tá por cima. Eu tô aqui sempre, com o coração pulsando pelo Palmeiras. Meu sangue não é azul, não há nobreza alguma em mim, mas há amor, muito amor e o sangue que corre nas minhas veias é verde e sempre será.

E ano que vem é ano de estar lá, todo sábado acompanhando o nosso Verdão. Com amor, fé e esperança (que não a toa é da mesma cor do meu time). E em 2014 é o nosso centenário e a gente volta pra atormentar todo mundo que hoje tá rindo às nossas custas. E tenho dito. ;)

E como já diz o nosso grito: “Olê, olê, eu canto ‘eu sou Palmeiras até morrer’. Olê, olê”. <3

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Sobre Tayra

"Eu não aceito o que se faz Negar a luz, fingindo que é paz A vida é hoje, o sol é sempre Se já conheço eu quero é mais"
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