Amor, beijos e pancadaria – uma história de amor entre irmãos

Reza a lenda (e minha mãe) que a presença dele neste mundo foi insistentemente pedida por mim. Há controvérsias, mas o fato é que aqui está ele. E hoje ele completa 33 anos. Que puxa, né!

Ele, que em meados de 1981, minha mãe já me dizia que dentro daquele barrigão dela estava o meu irmãozinho. E que logo que nasceu eu, do alto de meus dois anos e meio, achava que era um brinquedinho meu – hehehe – e queria levá-lo para minha escola (o Miudinho), e isso deu origem a uma piadinha icônica da família quando ela respondeu que ele “era muito miudinho pra ir para o Miudinho”.

O tempo foi passando e o amor começou a ganhar doses de ciúmes, além de conflitos e brigas. Aquela coisa típica de qualquer irmão. E posso dizer que somos dois sobreviventes de uma infância regada a porradaria das mais vis e sem regras. MMA é para os fracos, a nossa infância e adolescência foi bem mais emocionante e sem nada de juiz para dizer: “vamos pra luta!”. O máximo de “regra” que a gente tinha era pai e mãe pra intervir depois do fato consumado e nos aplicar castigos, que invariavelmente era um ficar sentado no corredor (lugar mais disputado, já que dava pra ver um pouco da televisão do quarto dos nossos pais) e o outro na escada.

Taygoara e eu

Juntos traçamos planos mirabolantes (naipe Cebolinha) e fizemos uma dupla dinâmica que já garante à minha mãe, com toda certeza, seu lugar no céu, sem pagar pedágio algum. Sem falar que rendemos uns bons ossos quebrados ao outro, além de muito lucro aos ortopedistas que frequentamos. E quem não tem irmão não pode imaginar o quanto pode haver amor contido nestas trocas de porradas e ofensas.

Ele, meu alvo predileto de piadas – mas ouse falar um cisco dele na minha frente, pra ver o que te acontece. Aquele que consegue fazer com que eu pareça uma pessoa calada e sussurrante – hahahahaha. Ele que é a pessoa mais chorona que cruzou a minha vida, que chora vendo Lilo & Stitch, BBB, comercial de margarina e, principalmente, no casamento da irmã. Ele, que é meu chico-pronto, meu consultor automotivo, meu pretinho da limpeza. E que está sempre pronto pra comprar uma briga a meu favor, muitas vezes mais do que eu mesma.

Daqui a pouco estou indo lá pra minha mãe, pra dar os parabéns ao vivo pra ele, pra dar aquela enchida básico de saco, e encher ele de beijos e abraços, dos quais ele é sempre merecedor (de cada piada, de cada beijo e de cada abraço). Tato, meu irmão pequeno, pentelho e mimado (como bom caçula), e acima de tudo muito, muito, muito amado. Desejo a você muito mais do que um dia de felicidade, mas sim uma vida plena, cheia de amor, paz, sucesso, saúde, felicidades, carinho, luz, realizações e $$$. E que eu possa sempre estar ao seu lado para te aplaudir em cada conquista. Te amo muito mais do que eu possa explicar. FELIZ ANIVERSÁRIO!!!! FELIZ TODA VIDA!!!!

Sobre Tayra

"Eu não aceito o que se faz Negar a luz, fingindo que é paz A vida é hoje, o sol é sempre Se já conheço eu quero é mais"
Esta entrada foi publicada em Felicidade Partilhada com as etiquetas , , , . ligação permanente.

2 respostas a Amor, beijos e pancadaria – uma história de amor entre irmãos

  1. Andreia diz:

    Maravilhoso. Lembrou muito a história minha com meu irmão. Provavelmente histórias entre irmãos são todas parecidas, prevalecendo o amor!

  2. Barbara Ramos diz:

    ❤️Simples e direto. Amo vcs.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s