A Rendeira

De meu canteiros de ilusões
Brotam desejos que já vivi
Já conversados, já tão sentidos
Campos de força há tempos atrás

De meu destino, o que restou
Marca profunda de muito amor
Tão procurada, iluminada
Essa loucura que me abraçou

O que se deu, que se trocou
Quanta verdade a se entrelaçar
Que se sofreu, o que se andou
Quase ninguém nos acompanhou

O que me cerca, onde hoje estou
Numa saudade, sem tempo e fim
Acomodada, gente parada
Teia de renda que me cercou

Eu não aceito o que se faz
Negar a luz, fingindo que é paz
A vida é hoje, o sol é sempre
Se já conheço eu quero é mais

O que se andar, o que crescer
Se já conheço eu quero é mais

Eu não aceito o que se faz
Negar a luz fingindo que é paz
A vida é hoje, o sol é sempre
Se já conheço eu quero é mais

O que se andar, o que crescer
Se já conheço eu quero é mais

(Teia de Renda – Milton Nascimento)

Eu sou daquelas que assobia, chupa cana, bate palma e rebola ao mesmo tempo. A que queria ser ginasta e acabou bailarina, a que estudou História e Jornalismo, mas virou publicitária de pé quebrado. O que eu quero, na verdade, é fazer tudo e mais um pouco. Porque eu tenho sede de mundo, de viver, de saber… Se já conheço eu quero é mais… Mais, mais, muito mais…

Pra saber além:


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Silêncio e Som


Cena Brasilis

3 respostas a A Rendeira

  1. Malu diz:

    Queria tanto postar minha carta para o Papai Noel mas não sei onde escrever. Alguém pode me ajudar?

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