¯\_(ツ)_/¯

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Capote, eu e o meu lugar

Não quero possuir coisa alguma até que saiba que encontrei o lugar onde eu e as coisas pertencemos. Ainda não tenho certeza de onde fica esse lugar, mas sei muito bem como ele é

Truman Capote (Bonequinha de Luxo)

Eu amo demais este trecho de Bonequinha de Luxo, porque eu meio que sinto isso sempre. Eu ainda não tenho e nem sei onde fica o lugar ao qual pertenço, mas eu sei tão bem como ele é, com tanta clareza que chega a ser surreal. Não vejo a hora de encontrar esse lugar… <3

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Só pra mudar os ares mesmo

Viva la vida! Expecto Patronum! Que venham as boas vibrações que só uma sexta é capaz de produzir (mesmo sendo uma 6ª em confinamento!). Hoje às 18h tem live comigo no Instagram da Ciranda, botando todo mundo pra dançar hits do passado, se divertir, mexer o corpo e dar risada. E xô zica e energia ruim!!! É hora de fazer os bons fluidos circularem, gerar e mover endorfina. E simbora, que do futuro eu não sei nada, mas o presente eu posso agir pra mudar. <3

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Vida

Já perdoei erros quase imperdoáveis,
tentei substituir pessoas insubstituíveis
e esquecer pessoas inesquecíveis.

Já fiz coisas por impulso,
já me decepcionei com pessoas
que eu nunca pensei que iriam me decepcionar,
mas também já decepcionei alguém.

Já abracei pra proteger,
já dei risada quando não podia,
fiz amigos eternos,
e amigos que eu nunca mais vi.

Amei e fui amado,
mas também já fui rejeitado,
fui amado e não amei.

Já gritei e pulei de tanta felicidade,
já vivi de amor e fiz juras eternas,
e quebrei a cara muitas vezes!

Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
já liguei só para escutar uma voz,
me apaixonei por um sorriso,
já pensei que fosse morrer de tanta saudade
e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).

Mas vivi!
E ainda vivo!
Não passo pela vida.
E você também não deveria passar!

Viva!!

Bom mesmo é ir à luta com determinação,
abraçar a vida com paixão,
perder com classe
e vencer com ousadia,
porque o mundo pertence a quem se atreve
e a vida é “muito” para ser insignificante.

Augusto Branco

Só pra deixar a reflexão mesmo, que pro momento é o máximo que eu consigo…

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Minha mente está tentando me matar…

…mais do que nunca.

Não tá fácil não!!! Ontem uma brincadeira besta de 1º abril teve consequências desastrosas no meu dia. Foi o gatilho de uma crise horrorosa, e toda essa situação de confinamento e isolamento social não colabora em nada. Aí que terceiros entraram num desdobramento da brincadeira que tomou um corpo que não me deixou nada bem. Aí a vontade é de se isolar ainda mais, mandar todo mundo à merda, sumir deste mundo, ressurgir num lugar que ninguém saiba quem é você: seu cérebro, seu passado, seus temores, seus problemas, suas loucuras.

Tá foda!!! Minha mente está tentado me matar, e parece que tem gente que não tá muito disposto a ajudar. :'(

E mais uma noite em claro!!! E mais um dia de química toda fodida pra conta…

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Não tem jeito, eu sou a raposa…

“E foi então que apareceu a raposa:
– Bom dia, disse a raposa.
– Bom dia, respondeu polidamente o principezinho que se voltou mas não viu nada.
– Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira.
– Quem és tu? perguntou o principezinho – Tu és bem bonita.
– Sou uma raposa, disse a raposa.
– Vem brincar comigo, propôs o príncipe, estou tão triste.
– Eu não posso brincar contigo – disse a raposa – Não me cativaram ainda.
– Ah! Desculpa, disse o principezinho.
Após uma reflexão, acrescentou:
– O que quer dizer cativar ?
– Tu não és daqui – disse a raposa – Que procuras?
– Procuro amigos – disse – Que quer dizer cativar?
– É uma coisa muito esquecida – disse a raposa – Significa criar laços…
– Criar laços?
– Exatamente – disse a raposa – Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. Eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens necessidade de mim. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás pra mim o único no mundo. E eu serei para ti a única no mundo…
Mas a raposa voltou a sua idéia:
– Minha vida é monótona. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei o barulho de seus passos que será diferente dos outros. Os outros me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamará para fora como música. E depois, olha! Vês, lá longe, o campo de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelo cor de ouro. E então serás maravilhoso quando me tiverdes cativado. O trigo que é dourado fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento do trigo…
A raposa então calou-se e considerou muito tempo o príncipe:
– Por favor, cativa-me! disse ela.
– Bem quisera – disse o príncipe – mas eu não tenho tempo. Tenho amigos a descobrir e mundos a conhecer.
– A gente só conhece bem as coisas que cativou – disse a raposa – Os homens não tem tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres uma amiga, cativa-me! Os homens esqueceram a verdade – disse a raposa – Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”

O Pequeno Príncipe – Antoine de Saint-Exupéry

A primeira vez que li O Pequeno Príncipe eu tinha 9 anos, e lembro que ganhei o livro de presente de aniversário da minha vó e que amei e achei muito lindinho. Ainda mais pra mim, que desde sempre, pelo menos, desde os meus 5 anos de idade pelo menos, eu me lembro de ser uma manteiga derretida com meus amigos. Aquela que sofria por tudo que lhes acontecia, e que sofria mais ainda quando era excluída de alguma coisa. Acho que por isso, desde tão pequena, me identifiquei muito com a raposa do livro, e mais ainda, com esse trecho específico, que nunca me sai da memória, principalmente a última frase.  =)

E eu me sinto muito responsável por aqueles que cativo e quero que os que me cativam assim se sintam perante a mim – mas, infelizmente, sei que nem sempre a recíproca é verdadeira. Mas esse é o meu jeito de ser, de sentir, de amar, nem sei se é certo, se é errado, se é eternamente fazer “papel de trouxa”, mas é o único jeito que eu consigo ser: eternamente cativada e responsável por aqueles que cativei. <3

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Exausta

Eu, tentando ser útil, saudável e pró-ativa nesta quarentena.

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